Projetos desenvolvidos para Beth Araruna Escritório de Arte
Curadoria: Beth Araruna
Galeria virtual é uma plataforma online que permite expandir o alcance da arte, tornando-a acessível ao público global, oferencendo uma alternativa aos artistas.
LEILA MIRANDOLA
Minaretes – Releituras Contemporâneas

Exposição lançada em 17/10/23
Minaretes – Datados aproximadamente dos anos 700, é um dos 4 elementos que compõem o projeto de uma mesquita. Talvez tenham sido influenciados construtivamente pelas torres de observação gregas ou das antigas igrejas, são suposições…
Palavra de origem árabe: o ponto mais alto da mesquita.
Por ser o ponto mais alto – assoma – permite uma ampliação de reflexões sobre a abrangência de conceitos e releituras do mundo contemporâneo.
A artista, através dos aspectos formais dos minaretes, incorporados à sua obra, amplia a compreensão dos diversos signos, por ela desenvolvidos. A exposição, nos conduz também, a um olhar sobre o Planeta, por infinitas leituras.
Beth Araruna


Material Gráfico
Carmen Gebaile
“De um olhar vieram…”

Exposição lançada em 15/06/23
A artista Carmen Gebaile ressignifica suas memórias de infância, numa obra repleta de signos e símbolos familiares, ressaltando a importância desses momentos, que partícipes dos ciclos da vida, nos abastecem e, também nos inspiram para as memórias que queremos deixar.
É impossível não sentir uma aproximação com o surrealismo nessas lembranças oníricas. A artista faz um paralelo entre as sensações de beleza e aridez através de flores e pés andantes sobre a terra árida.
Quem sabe nos levem a refletir sobre a realidade da vida com sua indiscutível beleza e seus momentos desafiadores por onde todos caminhamos…
Beth Araruna

Material Gráfico
Cildo Oliveira Mensagens para Gaia

Exposição lançada em 27/02/23
Que lugar deixaremos para os que vierem depois de nós? Um planeta desmatado, um aumento gigantesco das cidades, águas subterrâneas contaminadas, buraco na camada de ozônio, metade da população mundial abaixo da linha de pobreza?
O artista Cildo Oliveira fez uma viagem aos povos indígenas, nativos que vivem na e da natureza e que acreditam que seus deuses são as manifestações dos elementos próprios do universo: sol, lua, chuva, etc…, para ouvir as mensagens por eles ditas, divinas, que apontam caminhos e ações como respostas aos desafios vivenciados por nós todos, nesses tempos estranhos.
Toda a exposição é fundamentada nas crenças, nos comportamentos e na signagem indígena. Cildo Oliveira encontra na iconografia indígena os recursos fundantes para a criação de suas narrativas plásticas. São cartas-metáforas em imagens apropriadas e resgates de antigas fotografias elaboradas pelo artista.
Mensagens para Gaia é uma antologia de observações memorialistas, um registro de alguns caminhos por onde tenho passado sempre remetendo para uma dimensão crítica. Neste território se manifestam e se materializam linguagens multifacetadas e representações complexas, através, de documentos pessoais, como cartas e diários, que partilham da constituição de um regime de sensibilidades, ou seja, da construção da história, nos segredos da intimidade, se inventam pela narrativa de si e pela narrativa para os outros.
São doze Mensagens enviadas todos os meses numa mesma data de cada mês, todas com apropriações de mapas documentais do Século XVII, iconografia indígena e fotos de Recife, desenvolvendo uma correspondência aberta às discussões das grandes problemáticas contemporâneas: a sustentabilidade, o meio ambiente; a relação com a Mãe Gaia.
Beth Araruna




Material Gráfico
José Barbosa Oceanos – Mundo submerso

Exposição lançada em 24/11/22
Mágico, Mítico, Onírico
Artista de várias técnicas de expressão: pintura, desenho, gravura, talha, escultura, José Barbosa, começou no ofício ainda criança em Olinda, entalhando móveis. Experiência que influenciou sua produção posterior.
A obra cruza o ponto entre o espaço mágico da convivência do popular e do erudito: Monet, Balthus e Gauguin e a cultura nordestina. Mulheres nuas são habituais nas telas de cores fortes, assim como os peixes de asas, galinhas voadoras, paisagens metafísicas.
Com estes signos bastante recorrentes, constrói uma obra povoada e carregada de imagens míticas, mágicas e oníricas, fiel a sua subjetividade e a crença do seu mundo interior.
Beth Araruna



Material Gráfico
Jairo Arcoverde Liberdade, minha natureza

Exposição lançada em 23/08/22
Liberdade é a capacidade de uma pessoa tomar decisões sem nenhuma imposição externa, simplesmente porque quer adotar seus próprios critérios considerando unicamente sua própria natureza.
Vivemos num mundo regido por causas e consequências, apesar de nos anos 60, acreditar-se na liberdade para explorar ideias e comportamentos, levando em conta a própria vontade.
Esse é um dos vieses para percebermos a obra e o artista Jairo Arcoverde, um personagem entre tantos por ele criados.
Desde o início de sua carreira busca por viver e se expressar com essa liberdade individual na qual se permitiu encontrar em experiências alucinógenas a expansão da sua mente.
Seria natural penetrar na perspectiva do mundo infantil, tal como o mundo de Alice no País das Maravilhas cujo autor Lewis Carol romancista, contista, fabulista, poeta, desenhista, fotógrafo, matemático e reverendo anglicano britânico atingiu essa liberdade. Isso demonstra que a qualidade de uma obra pode advir de diversos campos do pensamento.
Jairo Arcoverde em depoimento relata sobre a dificuldade de encontrar as formas, as cores, os volumes, e as proporções nas suas pinturas, em seus desenhos com humor seco e textos escritos em estilo non-sense. Sempre preocupado com a qualidade pictórica que precisava atingir tal quais suas referências fundantes; Paul Klee, Kandinsky e os libertários dos anos 60.
Assim, compreender a obra de Jairo Arcoverde é adentrar pela porta da imaginação, das paisagens inexistentes e de personagens surpreendentes.
Beth Araruna



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Francisco Villachan Percursos

Exposição lançada em 13/05/2022
Francisco Villa Chan é um personagem de si mesmo. Conduz com maestria sua produção no campo do interstício entre a figuração e a não figuração, entre o figurativo e o abstrato.
É difícil delimitar até onde a fluidez das águas de um rio introjetam visões de liquidez nas suas contemplações e inspirações.
Atravessou a figuração, registrando as paisagens do sertão Pernambucano com sua natureza fluida, cujas imagens nos levam a refletir sobre nosso planeta neste momento tão ameaçado.
Embarca na não-figuração com influências vindas das suas próprias paisagens.
Fixa-se posteriormente numa abstração lírica, sempre com um olhar poético.
Com formação acadêmica (família de pintores , bisneto de Telles Júnior, maior pintor paisagista acadêmico do estado, com sala especial no Museu do Estado de Pernambuco-MEPE), ingressou na modernidade no início dos anos 60.
Em 1961 participa da VI Bienal de São Paulo, através da representação recifense.
Beth Araruna


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Francisco Villachan Rever, refazer, reencontrar

Exposição lançada em 11/09/13
Francisco Villa-Chan faz o caminho das terras de Pernambuco e encontra o cenário onde as cores do céu, do barro, das folhas, se espalham sob o sol e nos trazem uma agradável sensação de familiaridade.
Ver as figurações de paisagem de Francisco Villa-Chan é fazer o caminho das terras de Pernambuco e encontrar o cenário onde as cores do céu, do barro, das folhas, se espalham sob o sol e nos trazem uma agradável sensação de familiaridade.
Encontrar as expressões abstratas de Francisco Villa-Chan é fazer um percurso inovador pela sua expressão artística e ver até onde nos leva a sua criatividade e a sua capacidade de nos transportar ao território – para muitos, desconhecido – da sua arte interior.
Villa-Chan pinta o que gosta e o que sente.
Se as pessoas gostam das cenas que ele reflete do mundo exterior ou se elas se encantam com a beleza das suas abstrações, é apenas o resultado da dedicação e seriedade com que ele encara o ofício de pintar, da catpacidade de transmitir aos outros o que está em seus olhos ou em seu coração.
Os que sempre lhe acompanharam, sabem que quando ele pinta uma cena da vida real, quase que em seguida sente a necessidade de expressar também o sentimento que ela lhe provocou, com uma explosão de cores que remetem à vanguarda abstracionista na qual se inseriu nos anos 60 e onde continua a experimentar, até hoje.
Para Francisco Villa-Chan, Ver é Fazer, é Encontrar.
Para nós, que podemos apreciar a reunião dessas diferentes vertentes do seu trabalho, ver e rever Villa-Chan, encontrar o seu mundo exterior e reencontrar as cores do seu mundo interior, é fazer um caminho conhecido, mas que nos leva a um Vila-Chan ainda melhor e sempre coerente com a sua pintura e consigo mesmo.
E que não se cansa de fazer e refazer sua arte.
Beth Araruna








Material Gráfico
Burle Marx Passou por aqui…

Exposição lançada em 25/08/21 em comemoração aos 112 anos de Burle Marx.
A cidade de Recife, através do Comitê Burle Marx, formado por órgãos da Prefeitura, Secretaria do Meio Ambiente, Laboratório de Paisagem da UFPE, Conselho de Arquitetos do Brasil-CAU, IPHAN e Fundarpe, dedica o mês de agosto, a esse artista plástico e paisagista, cuja obra deixou marcas inconfundíveis através do legado das diversas praças que aqui realizou.
Reflexão sobre o personagem Roberto Burle Marx em suas múltiplas atividades artísticas, profissionais e humanísticas. Considerado o maior paisagista do século XX, Burle Marx foi o criador do jardim tropical moderno, paradigma no paisagismo mundial integrado ao movimento modernista no campo das artes, da arquitetura e do urbanismo.
O Beth Araruna escritório de arte, se une as comemorações de 2021, dedicado pelo município de Recife ao artista Burle Marx, através da exposição virtual Burle Marx passou por aqui… e convida a uma reflexão sobre a sua dimensão artística, profissional e humanística.
Beth Araruna


Material Gráfico
Thina Cunha DESTHINAÇÕES

Exposição lançada em 28/05/13
A principal característica da arte de Thina Cunha é a sua múltipla busca pelos diferentes meios de expressão que descobre, inventa e reinventa.
Mesclando materiais nobres com materiais descartáveis, ela transfere para suas obras e objetos toda a inquietação que lhe estimula, transformando o mundo ao seu redor e refletindo assim sua interação constante com o ambiente que a cerca.
As raízes retorcidas dos manguezais que surgem e mergulham nos rios se vêem transformadas em esculturas resinadas de diferentes cores.
Cores que refletem também a complexidade do mundo que nos envolve e nos leva a descobrir novos e desconhecidos caminhos.
Suas figuras surgem como esculturas que se erguem das águas do mangue para refletir a perplexidade do ser humano diante do progresso e da velocidade do cotidiano do século 21.
Uma artista contemporânea, que nos leva a refletir, repensar e rever as coisas comuns, percebendo nelas o extraordinário tão fugaz dos nossos dias.
Com sua arte, Thina Cunha nos ajuda a perceber o mundo.
E a arte que nele existe.
Beth Araruna





































